(e)ternamente / eternally
O título (e)ternamente, consiste num jogo de palavras:
É terna a mente que sente, que dita, que sonha.
Eternamente… é muito tempo, ou melhor, sem tempo. A poesia transmite-me o tempo infinito. Poesia que saboreio lentamente, sem pensar no contra relógio que vivo no dia-a-dia. Sem pensar nas imposições que tento consumar todos os dias.
“E ternamente, escrevi este livro”.
Achei por bem traduzir o livro para a língua inglesa. Certamente agucei alguma curiosidade em torno disso. A resposta é bem simples. Parece contraditório, mas escolhi traduzir o livro para inglês de forma a levá-lo além fronteiras. O livro vai ser colocado à venda no Canadá, sendo um país com uma grande comunidade luso-canadiana.
Contudo, não quero desta forma ignorar a Língua Portuguesa que tão bem defendeu Fernando Pessoa, António Vieira, Luís de Camões ou mesmo Antero de Quental, Vitorino Nemésio e Afonso Lopes Vieira. Antes pelo contrário quero desta forma chegar aos países de língua inglesa levando a nossa lusitanidade.
Aos meus pais por tudo o que hoje sou, pelo apoio que sempre me prestaram e pelo carinho que sempre manifestaram.
Ao Rui – o meu marido – por ter aceite envolver-se neste projecto, pelo apoio e paciência manifestada e consumada.
Ao meu irmão Adélio, que sempre que necessito tenho o seu aconchegante ombro.
À Patrícia Ribeiro e à Catarina Pinto pela amizade e pela disponibilidade que manifestarem desde o primeiro minuto para realizarem a tradução deste livro.
Ao Renato Carvalho, amigo de longa data, pela disponibilidade e pela revisão.
À Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, à Junta de Freguesia da Barreira e à Associação de Investigação e Cultura dos Açores de Leiria, que aderiram a este projecto e pelo contributo dado à edição deste livro.
À Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira pela cedência do espaço.
À Editora Folheto, na qual tenho o orgulho e o prazer de trabalhar, pelo apoio incansável e pela disponibilidade que sempre me ofereceram.










