Virada para o mar
Prevendo o futuro,
Recordando o passado,
Entendo que não posso estar,
Entendo que não quero estar.
Vaga sim,
onda não
Percebo o sabor do lápis de carvão…
Sabe a cal!!!
Branco, alvo…
Como os velhos cabelos
Que me cobrem o rosto…
Era jovem nesse dia,
Dinâmica, cheia de vitalidade,
A esperança raiada nos olhos!
Mas breve foi o momento…
E longa foi a chaga
Que o destino cravou no meu ventre.
Hoje compreendo,
Mas…
Não aceito!
O momento foi breve
Mas a existência eterna.
3 comentários:
Olá gostei muito do teu blog pareces me uma mulher muito sencivél, mas determinada continua assim beijitos
obrigada pelo carinho.
Olá Sandra
Venho só dizer-lhe um olá
à espera
que mais dia
menos dia
leia mais poesia
Bom dia,
Sorria
Fica-lhe bem...
Beijinho
António Nunes
12-2-2011
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